Género
Romance
Público Alvo
M/18
Título Original
Barbershop
Quem
Júlio Conrado
Ano
2010
Origem
Portugal
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Link Promotora
Editora
Editorial Presença
Número de Páginas
240
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Locais Venda
Novo romance do crítico literário e escritor Júlio Conrado.
Uma leitura que não vai querer interromper. Tal como um corte de cabelo.
Lisboa, Cascais e a ilha da Armona, em Olhão, delimitam o espaço geográfico em que decorre esta narrativa labiríntica protagonizada por uma pitoresca galeria de poetas, livreiros, críticos literários, barbeiros e viúvas, no tempo da nossa contemporaneidade.
Diamantino Neto, barbeiro amargurado com a vida, vê uma oportunidade de escapar à miséria em que foi mergulhando ao longo dos anos quando um escritor nobelizado se senta na cadeira da sua barbearia para cortar o cabelo.
O crime é perfeito: matar o autor, roubar-lhe a obra e publicá-la como sua (de Diamantino).
Seria perfeito, não fosse o erro fatal de o cliente não ser o escritor, mas o editor deste.
Dias pouco épicos, talvez felizes, os destas personagens, mas o amor, a avidez e a vingança entram também em cena, e o crime imperfeito acaba por deixar um rasto de tragédia no quintal sossegado.
Júlio Conrado nasceu em Olhão em 1936, é romancista e crítico. A par de uma carreira bancária construiu uma obra literária que se consubstancia, neste momento, em vinte e cinco livros que tocam quase todos os géneros – ficção, poesia, ensaio, crónica e teatro. Coordenou revistas e jornais de cultura e fez parte dos júris dos mais importantes prémios literários portugueses. Foi, durante vários anos, director executivo da Fundação D. Luís I, em Cascais. Alguns dos seus textos foram objecto de tradução para diversas línguas, entre as quais inglês, francês, alemão, húngaro e grego.