Porque quem conta um conto acrescenta um ponto…
Porque as nossas estórias mestiçam-se de contos que ficarão na a História…
Está pronto o primeiro volume de uma colecção de três livros sobre a História do Chapitô e do Circo em Portugal.
A “Estória da Pré-História do Chapitô”, faz o registo biográfico de Teresa Ricou e dá a conhecer o período que antecedeu a constituição da Colectividade Cultural e Recreativa de Santa Catarina – Organização Não Governamental para o Desenvolvimento e Instituição Particular de Solidariedade Social e acompanha a criação e construção do Chapitô até 1985.
Da autoria de Paula Moura Pinheiro (registo biográfico) e Maria João Brilhante (coordenação da pesquisa histórica), com concepção e design gráfico de Henrique Cayatte, este primeiro livro será lançado a 27 de Novembro, no Chapitô, numa mega festa com guest list a fazer reavivar o brilho do espectáculo circense e a encher de glamour o Castelo mais democrático de Lisboa.
Outros dois volumes virão em breve.
O segundo intitular-se-á “Chapitô – A História de um Projecto” e será publicado dentro de um ano, tendo como enfoque o projecto Chapitô e os seus desenvolvimentos até aos dias de hoje.
Um último, terá como conteúdo a História do Circo Contemporâneo em Portugal e visa explicar o desenvolvimento desta arte milenar e as suas convergências/ cumplicidades com aquilo que hodiernamente designamos de indústrias culturais. Este volume será lançado num espaço temporal de dois anos.
Pelo meio, que é como quem diz na noite do dia 27 de Novembro, é lançado também o Catálogo do Chapitô e, surpresas das surpresas, recuperámos outros Festivais com música de Circo e temos muito vinil para distribuir.
Nem os nórdicos ficaram indiferentes à História do Chapitô e há espectáculo na Tenda com a Noruega em peso a brindar a este modelo de Inserção Social através das Artes.
Num dia muito especial, estará também presente Ramon Galarza com temas do seu primeiríssimo trabalho discográfico: herr g 55.11
Há animação na Esplanada, há jantar no Restô, há performances no Alto da Tenda e rapel pelas paredes desta Casa, hoje um espaço de Liberdades, há 28 anos atrás um estabelecimento prisional.
É a Roda Viva da Solidariedade da Festa!