Poesia de Ana Patrício e Zeca Afonso, voz guineense e jazz fusão misturaram-se no banho de fogo do Nua Trio, um grupo que esta semana se estreou, mundialmente, no âmbito da edição deste ano da Mostra Portuguesa.
Apesar de algum nervosismo, a voz, a guitarra e a harpa de Mú; a bateria do navarro Jesus Mañeru e o contrabaixo da luso-moçambicana Luísa Brito juntaram-se a três craques do sopro madrileno para encantar o público na sala Galileo Galilei em Madrid.
«O Nua Trio é isso, trabalhar sobre o conceito de homenagem a poetas. Os próximos podem ser de Angola, de São Tomé, ou até de Espanha, quem sabe. Queremos reconhecer o trabalho desses poetas e dar a conhecer essa poesia em forma de canção», disse Mú em entrevista à Lusa.