Esquecimento da obra do jornalista, escritor e poeta é aliviado com uma investigação que o traz ao presente.
"Ressuscitar" Fernando Assis Pacheco parecia não lembrar a ninguém, mas Nuno Costa Santos fê-lo através da biografia Trabalhos e Paixões, que hoje é lançada em Lisboa. A razão é simples, como diz o autor: "Portugal merece reconhecer-se numa escrita e numa alma que o celebrou da forma como deve ser celebrado: com verve, sem meias tintas e sem modos acabrunhados." Para reforçar a intenção do projeto, acrescenta: "Um homem tem que viver, escreveu Assis Pacheco. E quem vive merece ser celebrado."
Fonte: DN